DIVERTICULITE

Doença pode ter complicações sérias se não tratada corretamente

Está relacionado à inflamação dos divertículos que são bolsas do trato gastrointestinal onde fezes podem ficar retidas e causar infecção por bactérias. Podem evoluir para abscesso e perfuração do intestino complicando para uma peritonite e até septicemia.

Entre as causas estão a predisposição genética, uma dieta pobre em fibras, o envelhecimento com perda da elasticidade dos músculos intestinais e o aumento da pressão no interior do cólon.

SINTOMAS:
Na divertivulite aguda os sintomas mais importantes são dor abaixo do umbigo com irradiação para o quadrante inferior esquerdo abdominal, constipação, diarreia, febre, náuseas e vômitos, sangue nas fezes e até dificuldade para urinar.
Mesmo com o tratamento clínico as recidivas são frequentes com alguns casos sendo encaminhados para cirurgia.

Recomendações:
Alimente-se com alimentos com alto teor de fibras como fibras, vegetais, cereais integrais e grãos.
Ingira 2 litros de água. A água colabora para facilitar a formação do bolo fecal.
Não tome laxantes.
Exercícios físicos são indicados para acelerar o metabolismo.
A Microfisioterapia é um tratamento complementar e alternativo. Eficaz

TRATAMENTO PELA MICROFISIOTERAPIA:
A microfisioterapia tem indicação para o tratamento da diverticulite. Geralmente, estes pacientes carregam este transtorno por longo tempo e não conseguem resolver seu conflito pelos meios tradicionais pois a cura encontra-se em outro patamar.
Com a Microfisioterapia, combate-se esse mal pela raíz, bsucando a verdadeira causa destes sintomas. Às vezes, é possível datar eventos que podem ter influenciado no desenvolvimento deste quadro em período fetal, infância e adolescência.
Em muitos casos, observa-se que toda a família toda é acometida pela diverticulite.

ALÉM DO FÍSICO: Sob o olhar metafísico, refere-se a um estado interior de saudosismo e arrependimento. Pessoa triste e amargurada pelo que não realizou no passado.

O escritor Val Capelli, de Metafísica da Saúde, nos conta que o surgimento de divertículos no intestino grosso está relacionado à maneira como a pessoa vive em relação a seus sentimentos mais íntimos.

Para compreender melhor isso, convém salientar que ao longo da vida a pessoa se molda aos costumes de seu ambiente, adquirindo conceitos e valores que na maioria das vezes não correspondem àquilo que verdadeiramente sente.

Em virtude dos bloqueios estabelecidos por suas concepções de vida, a pessoa não se permitiu desfrutar das fases felizes de sua vida.

Quis sempre se fazer de forte e para isso colocava uma pedra sobre seus sentimentos, demonstrando frieza no sentir.

A própria pessoa interfere em seus mais profundos sentimentos, entregando-se aos valores estabelecidos pela sociedade, não avaliando os conceitos do mundo externo com o sentimento, mas entregando-se por completo a eles.

Trata-se de alguém triste e amargurado, por não conviver com a sua intimidade de sentir.

Vive o desconforto das situações à sua volta, sente-se contrariado pelos acontecimentos e não gosta das coisas da maneira como são, porque não correspondem àquilo que seu mundo racional estabeleceu como ideal.

Estes bloqueios estabelecidos nos sentimentos mais íntimos se expressam com o surgimento de divertículos.

A diverticulite apresenta um quadro metafísico de alguém que se sente culpado por não ter se permitido sentir e aproveitar a vida.

A culpa mobiliza a força agressiva contra si provoca o aumento dos divertículos, proporcionando atmosfera propícia à infecção.

A pessoa condena-se por não ter expressado tudo que sentia por alguém ou pela situação.

Em função de sua aparente indiferença e frieza, provocou rompimentos ou mudou algo que preferia ter mantido.

Agora sem seus objetivos, arrepende-se amargamente de não ter expressado tudo que sentia na ocasião.




NÃO DEIXE PARA DEPOIS. AGENDE SUA SESSÃO DE MICROFISIOTERAPIA.



POR Dra. Andréa Zuppini - FISIOTERAPEUTA

RONRONOTERAPIA

Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o estresse, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas

 

Frequência do ronrono age diretamente no cérebro
Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas.

Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas. Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir.

O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida. “Agora estou 95% curada dos problemas”. A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.

Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”,  diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões. No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca.

Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stress.

Alergia aos pêlos: Caso a pessoa tenha sensibilidade ao contato com os pêlos dos animais, a técnica de Microfisioterapia tem condição de identificar as causas primárias deste transtorno e restauras as funções dos órgãos que carregam memórias celulares e que estejam provocando estes sintomas.

Enfim, não há motivos para não se ter um, dois ou três felinos em casa!

Fonte: Gatoteca